Os casamentos de hoje não acabam, eles se apagam. Morrem devagar, em silêncio, sem gritos, sem portas batendo. Morrem quando duas pessoas passam a dividir o mesmo teto, mas não mais a mesma vida. Quando o “bom dia” vira hábito e o “como você está?” deixa de ser sincero. Morrem quando o amor ainda existe, mas já não é cuidado.